E-commerce brasileiro deve crescer 104% até 2036
Projeção do EBANX indica que gastos online dos brasileiros crescerão mais que o dobro, e a entrega rápida é exigência forte em mercado e farmácia
Fonte: Portal Comunique-se / EBANX · 15/10/2026
Os gastos online dos brasileiros devem crescer 104% até 2036, enquanto o consumo total deve avançar 66%. A projeção é do EBANX, em parceria com a World Data Lab, e consta do relatório Beyond Borders 2026. Com isso, a participação do e-commerce nos gastos de consumo passaria de 11,5% para 15,2% em dez anos.
Os números da projeção
O que o estudo prevê
- Alta de 104% nos gastos online até 2036, contra 66% do consumo total.
- Participação do e-commerce nos gastos de consumo: de 11,5% para 15,2%.
- Mais de 21 milhões de brasileiros devem entrar na classe consumidora.
- O público acima de 65 anos será o que mais cresce no e-commerce.
Pressa na entrega: mercado e farmácia
Segundo o texto, a urgência de entrega é forte em mercado e farmácia, e bem menor em moda, tecnologia e móveis. A reportagem cita pesquisa da VML, segundo a qual a parcela de consumidores que esperavam receber uma compra online em menos de duas horas passou de 4%, em 2021, para 37% hoje. Cerca de nove em cada dez compradores valorizam frete grátis, rapidez, devolução fácil e rastreamento.
Para o consumidor, a pressa depende da categoria. Em mercado e farmácia, a entrega rápida pesa mais.
Outros dados do consumidor
Hábitos citados na reportagem
- O Pix responde por 45% do volume do comércio digital, segundo a PCMI.
- Sete em cada dez consumidores dizem que o preço pesa mais hoje do que antes.
- Metade já desinstalou um app de compras por excesso de notificações.
- A compra por agentes de inteligência artificial ainda é incipiente, mas já tem entrada em mercado e produtos para casa.
O que o setor logístico recomenda
Norton Canali, diretor comercial da empresa de logística Eu Entrego, apresenta seis pontos para o varejo: definir o nível de serviço por categoria, com “expresso onde a pressa é real”; cumprir a promessa de prazo; cuidar do pós-compra, avisando o cliente antes que ele pergunte; deixar frete e prazo claros desde a página do produto; manter uma operação logística enxuta; e garantir que estoque, prazo e custo de entrega estejam corretos em todos os canais, já que agentes de IA comparam esses dados. Para ele, “o consumidor não enxerga a logística; ele lembra se o pedido chegou no dia combinado”.
Vale lembrar que os números de 2036 são projeções, não resultados, e que a reportagem não descreve a metodologia do cálculo. O texto original é um conteúdo corporativo distribuído por agência de notícias, e as recomendações são opinião de um executivo de logística. A matéria não traz dados específicos sobre o setor de saúde.
Matéria baseada em conteúdo da DINO Agência de Notícias Corporativas, publicado no Portal Comunique-se em 15/10/2026, com projeção do EBANX e da World Data Lab.
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